ENTREVISTA SR. JOSÉ MARIA GARIPUNA
http://www.youtube.com/watch?v=-HcHXKNWABE&feature=youtu.be&noredirect=1
Carol Burigo: Porque que tem esse nome (Invernada dos Negros/ Corredeira)?
José Garipuna: Pra que que tem esse nome?
Carol Burigo: É, porque?
José Garipuna: Invernada dos Negros é um nome muito antigo né, é um nome muito antigo. Ficou a fazenda a regir desses quatro escravos negros né! Todos negros então pra isso ficou Invernada dos Negros né!
Carol Burigo: Quais são as praticas culturais que vocês ainda seguem da Corredeira?
José Garipuna: Ah, hoje, hoje seria lá, vamos supor, que nem, tudo mudou né! Tudo mudou, suponhamos se fosse seguir, na real, na realidade... Você diz tipo da alimentação, ou tipo... ?
Jaque Pelozato: Isso! Alimentação, se vocês (hã...), como é que o senhor fazia pra contar, como eles faziam pra contar histórias pra vocês, como é que era a religião né, nesse sentido...
José Garipuna: Ah!
Jaque Pelozato: Se vocês tinham, se vocês cantavam músicas, ou vocês não cantavam...
José Garipuna: Ah, sim!
Jaque Pelozato: Conversavam à noite, tinham alguma (hã) rotina...
José Garipuna: Há tinha...
Jaque Pelozato: Todo dia tinha que fazer tal coisa...
José Garipuna: Tinha. Nós tinha sempre a novena né, a novena, hoje acho até que existe ainda a novena, vamos supor na quaresma chamava “VEA-SACRA”, é a “VEA-SACRA”, se eu não me engano, Via- Sacra né... Então é várias coisas que agora a gente tá esquecido de muitas coisas nossas lá... É vamos supor hoje, a alimentação nossa, vamos supor hoje era a canjica. Vocês conhecem?
Nós: Sim.
José Garipuna: É, a canjica, mas lá no mercado né? (Risos)
Jaque Pelozato: É, do mercado... (Risos)
José Garipuna: Como que ela é feita, a canjica vocês sabem?
Nós: Não!
José Garipuna: Não, né!
É feita no moinho aqui, e nosso tempo ela é feita no pilão, né! No pilão né! Bonitinho. Vamos supor dali do, do milho nosso, o milho crioulo né! Do milho crioulo você fazia a canjica. Faz a canjica, socava com a mão, no pilão feito de pau né... Então você socava dentro dele e tira a canjica que serve pra alimentação, vamos supor de qualquer uma pessoa hoje... Se for fazer hoje eu faço! A quirera vocês conhecem?
Jaque Pelozato: A quirera, sim...
José Garipuna: Pois é, vocês conhecem do mercado, do munho e coisa... E a quirera é feita ela com o moinho de madeira, tudo vamos supor né, uma roda grande, feita de cedro ou pinheiro, coisa assim... E você mói e faz a quirera e cozinha com carne de porco e sejam convidados pra comer né, mas quando tiver ela pronta né... (Risos) É...
Carol Burigo: É... Qual era o nome da escola que vocês frequentavam lá?
José Garipuna: A escola... Deixa eu me lembra... (Hum meu Deus do céu!) ah o nome eu não lembro, não lembro só sei que é a escolinha da Corredeira, é nossa escolinha lá, então ainda é vivinha lá né, então não lembro o nome dela vamos supor... Não, não, não, não lembro... Não tenho lembrança assim por o nome de alguém né, vamos supor...
Jaque Pelozato: E quem dava aula pra vocês lá?
José Garipuna: A, a dona Nair, Nair... Passemos ali esses dia...
Maria Idalina Garipuna: Gonçalves de Lima...
José Garipuna: Isso! Gonçalves de Lima.
Jaque Pelozato: E ela era dali da, da...
José Garipuna: Isso de lá... Ela era professora...
Jaque Pelozato: É de lá... Que joia!
José Garipuna: Ainda é de lá...
Jaque Pelozato: Ainda é de lá?!
José Garipuna: Ela foi pra Blumenau depois voltou e agora tá lá, isso!
Jaque Pelozato: E ainda tá lá?!
José Garipuna: Tá lá...
Carol Burigo: Como funcionava o comércio?
José Garipuna: Hum o comércio como funcionava... Era você pegar um cavalo né, de cavalo você ia ao munho tipo assim, em mais ou menos 25 km da Corredeira ao Guerra né, vamos supor pra você moer uma farinha né, e vamos supor...
Maria Garipuna: O mercado...
José Garipuna: O mercado era o Ibicuí, 9 km né, então a Corredeira na verdade ela só tinha a comunidade em si, a Igreja, a Igreja, um bar né, e o pavilhão... Né, que a igreja hoje se chamou sempre se chamou Nossa Senhora de Aparecida né, então, então, a escola, a … o pavilhão, a igreja... E tudo se fornecia lá então, os goles pro pessoal, que gostava dos golinhos deles né...
Maria Garipuna: As cachaças... (Risos)
José Garipuna: E não passava disso, os doces quando a gente ia pra escola lá volta e meia levava umas moedinhas pra ir lá comprar... Então era sempre assim... Mas o comércio mesmo no forte era o Ibicuí, vamos supor a parte de, de farinha esse tipo de coisa a gente ia no munho moer a cavalo com a bruaca a … Sabe o que é bruaca?
Carol Burigo: Não! (Risos)
José Garipuna: É uma coisa desse tamanho assim né... Então é dobrado e colocado ali, a farinha dentro, o milho que quando chove não molha... E o cesto acho que vocês conhecem, o cesto normal... O cesto de...
Jaque Pelozato: Tá, o senhor é descendente, é descendente da, da (é) terceira geração? O seu pai era filho...
José Garipuna: Eu já tô na quarta geração. Se eu não me engano
Jaque Pelozato: Ah, o senhor já é a quarta geração...
José Garipuna: Já sou a quarta geração... Se eu não me engano é a quarta.
Jaque Pelozato: A quarta geração...
José Garipuna: A quarta geração!...
Jaque Pelozato: Olhe que joia e ainda tá bem viva né... Na memória...
José Garipuna: Sim, então nos temos, já to na quarta né... Se eu não me engano. É a mãe... É, é a quarta geração...
Jaque Pelozato: Tua mãe era a?
David Garipuna: A terceira!
José Garipuna: A terceira... É a terceira...
Carol Burigo: A terceira ele é a quarta né!
Jaque Pelozato: Não, não a tua mãe então que era...
José Garipuna: A mãe e o pai... Os dois descendentes
Jaque Pelozato: Os dois eram descendentes!
José Garipuna: Os dois.
Jaque Pelozato: Olhe que joia!
José Garipuna:Os dois né. Porque a minha mãe se chamava Maria Antonia de Souza Solteira... Souza né.
Jaque Pelozato: Aham
José Garipuna: E o meu pai era Jardilino Garipuna então quer dizer...
Jaque Pelozato: A então as duas famílias tinham...
José Garipuna: Exatamente, as duas... Que hoje Farrapo, Farrapo, Farrapo, Fernandes e Garipuna, Souza devem se tornar quase a mesma coisa só diferenciou vamos supor hoje o David casa com a menina (risos) né e ai foi indo diferenciando...
Carol Burigo: Suposição David! (Risos)
José Garipuna: E depois dando as, as... Vamos supor as famílias e foram ficando tudo entre parentes mesmo né e não deu nada!
Jaque Pelozato: Olhe que joia...
Carol Burigo: Interessante né!
Jaque Pelozato: Interessante...
José Garipuna: É mas ou menos... Mas ou menos é isso ai e depois né que nem eu já trouxe essa aqui de lá perdida lá da Vargem né... (Risos)
Carol Burigo: Tá, quais eram as práticas religiosas?
José Garipuna: Ah... Católico né!
Jaque Pelozato: Católico.
José Garipuna: Católico, toda vida! E depois dai agora que, uns vinte anos pra cá que entrou uma outra religião lá, que é o evangélico... Mas o que eu conheci muito é o católico. Vamos supor, os benzedores né, que tinha né...
Jaque Pelozato: Tinha benzedores?
José Garipuna: Hoxa... Tinha, lá tinha... Até na verdade, eu vim como diz o outro ao mundo por uma parteira né, uma parteira e essa parteira se tornava minha madrinha né... Que se chamava Maria Florência né, então quer dizer, todas aquelas mulheres né, que a gente vê né que era elas que fazia né... Várias crianças hoje todo por parteira né, dificilmente quem foi ao hospital né... Vamos supor muitos medicamentos, medicamentos, até eu não entendo qualquer coisinha médico... Ir ao médico né e sendo que como é que as pessoas, os mais velhos antes de eu conseguiam sobreviver sem medicamento nenhum...
Carol Burigo: Quais eram as histórias que costumavam contar?
José Garipuna: Existia muito lobisomem, então lobisomem, bruxa né, não sei se é verdade mas que existiu, existiu... Eles contavam esse tipo de coisa, então qualquer coisinha com uma criança né, uma criança dessa aí... Diz que a bruxa ia lá e tal, na casa da, da mulher lá e coisa e tal... E a gente tinha medo né!
Jaque Pelozato: Tinha medo...
José Garipuna: Ah com certeza né!
Carol Burigo: Como eram as festas?
José Garipuna: As festas eram tipo... Quase tipo hoje aqui. Quase um tipo hoje aqui. A única coisa sabe que mudou que era mais difícil, vamos supor aqui se chama... Suponhamos... Lá em Campos Novos, bairro tal, bairro tal, bairro tal, bairro tal né... Aqui já não. Vamos supor... Comunidade Santa Maria, Comunidade Papa João, João Papa XXII, Papa então quer dizer né... A única coisa que mudou que, que mudou (risos), que mudou se chama, que o pessoal se reúne, já tem comunidade, tem uma igreja ali, tantantan... E naquela época não era só uma central e a nossa central ali da Corredeira se chamava Matriz de Campos Novos, a igreja, então que nem aqui hoje, aqui João Paulo, São Paulo Apóstolo, São Paulo que é a central e nós seria Abdon Batista e na realidade seria Abdon Batista ou Campos Novos então nós tava n meio, tamo no meio até hoje. Então é isso.
Carol Burigo: Tinha muitas doenças lá?
José Garipuna: Doenças... Pra falar a verdade graças a Deus não. Pra você te uma ideia teve um tio meu que se chamava Antonio de Souza, ele morreu com 104 anos, esse eu tive o prazer de conhecer né, com 104 anos ele faleceu por que dai domavam cavalos, que hoje acontece aí, ele morreu todo quebrado, todo quebrado mas andava né, andava esse homem velho com saúde, sabe saúde assim vamos supor a parte de coração, colesterol que ninguém nunca falou na vida, né então quer dizer esse tipo de coisa que existe pra nós, pra eles não existia nada. Eles a saúde deles era de ferro. Então quebrado, todo quebrado nele lá né... E esse homem viveu 104 anos que eu me lembro. E até tem um outro homem velho lá na Corredeira tá hoje com uns 80 tá lá inteirão o homem velho, é tá lá inteirão, nas minhas contas uns 80. E pessoas com saúde, com saúde que é o importante e não vai ao médico e eu também quando eu for pra uma cama de hospital to morto. (Risos) Eu até agora não conheço uma cama de hospital...
Jaque Pelozato: Que bom!
Kelly Amanda: Não quera!
José Garipuna: Deus o livre! Então é tudo coisa que a gente se for ver pelo, o passado... Nossa! É isso que hoje eu queria saber de tanta coisa boa do passado sabe, a saúde principalmente e resto né, se constrói, digamos aos poucos.
Carol Burigo: É quais eram os meios de transporte mais usados?
José Garipuna: Cavalo.
Jaque Pelozato: O cavalo
José Garipuna: Cavalo. (Risos)... Cavalo (Risos)...
Maria Garipuna: Pé dois, pé três!
Carol Burigo: Pé dois!
José Garipuna: É mais os meios de transporte era cavalo mesmo né...
Carol Burigo: E vocês tinham tipo danças populares?
José Garipuna: Hum... Tinha. Normal que hoje eu gosto bem do, é vamos supor uma bandinha, mas lá seria a, as danças lá... O a rancheira, sabe o que é rancheira né?
Jaque Pelozato: Aham...
José Garipuna: É...
Jaque Pelozato: Eu conheço!
José Garipuna: Ah, isso vocês conhecem bem... (Risos) Tá a rancheira, o vanerão, vanerão né, que era tudo lá na época do, na época do lampião, lampião, a querosene na verdade né, e dai os bailes era a bateria de carro. Aí era tocada a bateria de carro, viu essa da pra tocar um baile a bateria de carro né! Então quer dizer, dai pra frente que veio a luz, as outras coisas...
Jaque Pelozato: Qual é o recado que o senhor tem para os alunos da escola, os colegas do David?...
José Garipuna: Ahh...
Jaque Pelozato: E também pra turmas que virão...
José Garipuna: Nossa!... Que aproveitem a oportunidade, que tem a oportunidade na mão, hoje não é no meu tempo que vamos supor fazer 6, 7, 8, 10 km a pé, de pé no chão, com guarda-passo, o lanche era pinhão... Hoje eles tem tudo na escola né, a, os professores vamos supor com tudo pra dar o melhor deles né e os alunos que aproveitem melhor as oportunidades que tem, senão não... Senão souber aproveitar o bicho pega pro lado deles.
Jaque Pelozato: É não é, mas olhe... Mas a gente veio justamente pra saber o que vocês pensavam principalmente do David já tá na escola, tá que nem o senhor disse que não teve oportunidade.
José Garipuna: Ahh sim...
Jaque Pelozato: É... Já é uma geração que agora tem oportunidade de estudar, muitos querem estudar né, alguns né, a gente sabe que alguns não querem estudar né. Mas a maioria quer estudar, quer um futuro melhor, pensa nos pais que sofrem que nem as vezes a gente comenta né professora Marieli...
Marieli de Menech: Uhum
Jaque Pelozato: A gente comenta com eles que vocês valorizem que os pais de vocês estão lá na roça trabalhando, quantos dos pais de vocês estão deixando vocês na escola trabalhando em casa pra vocês poderem estudar né. Então valorizar é o primeiro passo né...
José Garipuna: É... Isso que eu digo hoje, hoje sem medo de errar, que esses jovens de hoje né, que eles aproveitem a oportunidade que eles tem que daqui cinco, seis anos não tem... Ou eles tem o primeiro ano completo ou não trabalham, ou não trabalham... De burro já tá eu aqui de baixo (risos) portanto chega... Que eles façam o melhor deles...
Jaque Pelozato: E o senhor chegou a aprender a ler?
José Garipuna: Bem pouquinho, bem pouco mas aprendi. Bem pouco né... Pra você ter uma ideia, a minha mãe né, a minha mãe chegou de educar uma menina na escola, na, na casa quer dizer por que os pais não deixavam a menina ir na escola né, por que tinha medo da menina ficar grávida só do piá olha... Viu essa?! (Risos)
Jaque Pelozato: Capaz que tinha isso?
José Garipuna: É... Isso é real... Isso é a real situação...
Jaque Pelozato: Meu Deus! E quantos filhos a sua mãe teve?
José Garipuna: A mãe teve 4...
Jaque Pelozato: 4 filhos...
José Garipuna: 4 filhos...
Carol Burigo: E qual era a média de filhos por família?
José Garipuna: Hoxa!... Hoxa... Teve gente ali que até 18, 20...
Carol Burigo: Nossa!
José Garipuna: Não tinha televisão né! (Risos) É então teve gente 16... A minha tia principalmente, é 16... É a tia Feliciana é 16... É 16 né, que eu me lembro, mas teve outras famílias que ali que ultrapassaram a quilometragem né... (Risos) E já pra você ter uma ideia, nós hoje, a média nossa foi só quatro e deu pra bola... E oh foi demais já...
Jaque Pelozato: Vocês tem o David...
José Garipuna: O David, o Geniel, a Genieli e a Cristina
Marieli de Menech: O David é o nenê?
José Garipuna: É...
Jaque Pelozato: É o que cuida...
José Garipuna: É esse é... E dai depois que eu tenho o meu neto né... O Henrique...
Jaque Pelozato: A sim … O David levou ele um dia lá na escola pra nós ver...
José Garipuna: Éh...
David Garipuna: E tenho mais duas sobrinhas...
Jaque Pelozato: Mais duas sobrinhas...
David Garipuna: A Suyane e a Marcela... E mais um sobrinho que é o Yuri.
Jaque Pelozato: O objetivo do projeto é intender que o negro também é parte da história assim como o italiano, assim como o índio, assim como né... Todos fazemos parte da nação brasileira.
José Garipuna: Sim, todos... Hoje a gente tanto se vê falar assim “direitos iguais” mas por enquanto só ouvi falar porque direitos iguais na verdade até agora. Não vi os direitos iguais vamos supor... Até hoje se você for vê mesmo, a discriminação ainda existe né...
Jaque Pelozato: Existe e bastante....
José Garipuna: A discriminação, a inferioridade como diz o outro, eu não te engano... Oh, do tipo que eu to aqui eu vô lá no banco, chego lá... Por que o que vale em mim é... Eu to preocupado com roupa?... Eu não... Eu não do bola... Então é.. Em qualquer lugar publicamente né, eu vou... Se a minha pessoa vamos supor, não valer nada o que tá em cima de mim não vai valer nada né... Vamos supor, vamos supor hoje sair bonitinho, bem vestidinho, o bá, mas por dentro o cara é podre né, é podre por dentro, a pessoa é podre... Não adianta eu, né, eu me preocupo com o que tá dentro de mim... o que sai de dentro de mim, o coração, e se for pra mim larga uma palavra pra ofender uma pessoa, eu prefiro cortar, claro tem dias assim, que...
Jaque Pelozato: Claro
José Garipuna: Tem uns dias que a gente...
Jaque Pelozato: Sim é normal... É natural do ser humano...
José Garipuna: Sim, sim... por exemplo...
Jaque Pelozato: O que não é natural é não deixar uma pessoa entrar em algum lugar por ser pobre, por ser negro, por ser, ou porque, também existia dos negros também não aceitarem os brancos dentro dos lugar...
José Garipuna: Existia...
Jaque Pelozato: Eu não sei, acredito que ainda exista né, essa questão do racismo tanto de um lado quanto do outro...
José Garipuna: Você me acredita de uma coisa... Eu vou te conta professora... Mas o seguinte oh... Antes de eu casar com essa mulher aqui eu tinha uma namorada italiana, chegamos até a igreja pra casar com ela... Eu digo: - Oh mulher, um dia você vai me chamar de meu negrinho e o bicho vai te pegar então portanto vamos separar aqui, agora enquanto temos tempo... E dai casamos com essa!... (Risos).. E também, quer dizer, acho, não sei, pra mim, pra mim principalmente não fechou... Eu tinha que achar alguém mais ou menos da minha altura né, nunca gostei também vamos supor de namorar com uma mulher bem mais nova do que eu, sempre mais velha do que eu, porque disserto eu era meio miolo mole né, e ela me ajudava né. (Risos)... Então eu acho a parte que nem do, do, eu acho que é isso, não tem né...
Nossos sinceros agradecimentos ao seu José Maria e toda a sua família pela hospitalidade, pelo tempo que disponibilizou para a nossa entrevista...
Um grande abraço de toda a equipe...
E nós (Carol & Kelly) desejamos tudo de bom a essa família, que vocês tenham muito sucesso, e que cultivem essa alegria e hospitalidade... Um forte abraço...
Muito bom !!! Ficou muito boa a transcrição da entrevista, parabéns meninas!!!!
ResponderExcluirAdoro vcsss
Jaqueline Pelozato
nossa carol bom esse nosso trabalho incluindo o déizão no boletim . kkkkkkkkkkkk néh jaque tbm adoro vcs
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