sábado, 30 de abril de 2011

O que é bullying



Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O terno bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
“É uma das formas de violência que mais cresce no mundo”, afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz. Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.
Discussões ou brigas pontuais não são bullying. Conflitos entre professor e aluno ou aluno e gestor também não são considerados bullying. Para que seja bullying, é necessário que a agressão ocorra entre pares (colegas de classe ou de trabalho, por exemplo). Todo bullying é uma agressão, mas nem toda a agressão é classificada como bullying. Especialistas explicam que pra ser dado como bullying, a agressão física ou moral deve apresentar quatro características:
* A intenção do autor em ferir o alvo;
* A repetição da agressão;
* A presença de um público espectador;
* A concordância do alvo com relação à ofensa.

Chiclets ou bala em sala de aula


Se listarmos os efeitos do mascar chiclete, os negativos superam os efeitos positivos. Os problemas perpassam desde às questões de saúde (dentária, mandibular e estomacal); à higiene, as bizarras caras e caretas de quem não sabe mascar direito; às questões ligadas à educação, como por exemplo, fazer uso deste como um artifício para brincadeiras de mau gosto com os colegas ou, ainda, produzir barulho pelo simples fato de não saber mascar direito ou estourar a bola feita com o chiclete, gerando burburinho e risos na turma.
Bom, com ou sem açúcar, os efeitos negativos são muitos... Contudo, o artigo abaixo destaca os efeitos positivos deste ao enfatizar que o ato de mascar chiclete não só desempenha funções terapêuticas, como também induz a uma melhora da concentração e do raciocínio da pessoa.
Os professores morrem de raiva deles. Os pais evitam comprar. Desrespeito, falta de educação e de higiene, normalmente, são associados ao hábito de mascar chicletes, mania que faz a cabeça da maioria dos adolescentes.

Celular em sala de aula

LEI ESTADUAL N. 14.363/2008


Para os alunos em que gostavam de utilizar celular em sala de aula, saiba que foi feita uma lei em que proíbe qualquer utilização de aparelhos do tipo, seja mp3, mp4, celulares, diskman, e etc. Isso entrou em vigor porque está comprovado não contribui para o rendimento na sala, muito pelo contrario, ainda desvia a atenção de quem está concentrado.
O mais correto que se tem a fazer é começar a se adequar a isso, até mesmo porque as punicões são severas, na qual se insistir em contradizê-las, pode acabar sem o aparelho, então aceite as normas e não deslize.